SEM GRILHETAS NEM SENSURA

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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

quinta-feira, 15 de abril de 2010

ARTE BARROCA E ROCOCÓ

O estilo barroco e a Contra-Reforma:

O termo barroco costuma designar o estilo artístico que floresceu na Europa entre o final do Século XVI e meados do Século XVIII.

O aparecimento dos ideais barrocos parece intimamente ligado à Contra-Reforma Católica..

Apesar de ter sido um estilo internacional, percebemos a sua maior força entre países como a Itália, Espanha e Áustria, não tendo atingido muito os países protestantes como a Inglaterra.

Regional, individual e subjectivo:

Além disso, o barroco apresenta características regionais nas diferentes localidades em que se desenvolveu.

A personalidade forte de alguns artistas do período, também é um grande diferencial dentro desse estilo artístico que deixava o campo aberto à subjectividade.

As suas principais características são a teatralidade das obras, o dinamismo, a urgência, o conflito e o forte apelo emocional.

Na busca da emoção, para provocar o observador, o artista abusa da verosimilhança das cenas retratadas, daí a importância também na observação da natureza.

O artista para atingir esses efeitos lança mão principalmente de cores, texturas, jogos de luz e sombra, diagonais e curvas, bem como o domínio do uso do espaço. Os temas místicos e os tirados da vida quotidiana são frequentes no período.

Pintura, escultura e arquitectura, entrelaçadas uma à outra:

A questão da harmonia também é importante para o barroco. Entretanto, ela é vista numa obra de forma diferente do renascimento.

Para o renascentista, a harmonia do todo era garantida por cada detalhe da obra em perfeito equilíbrio, cada detalhe separadamente como um todo harmónico.

Já para o barroco, a harmonia do conjunto é mais importante, a fusão harmónica dos diferentes componentes de um trabalho. A harmonia individual pode ser sacrificada em nome da harmonia do todo.

Além disso, essa valorização da unidade geral entrelaçou muito a arquitectura com a escultura e com a pintura. O ideal das construções passou a ser o do inter-relacionamento desses elementos, dialogando harmonicamente para o bem do conjunto.

No geral, o Barroco é um clássico rebelde:

O Barroco surgiu na Itália, aproveitando-se de alguns elementos renascentistas e transformando-os.

O renascimento italiano influenciou sobremaneira a arte posterior. Costuma-se dizer que vivíamos o estilo renascentista de construção, por exemplo, quase até o Século XX, com a entrada em cena do modernismo.

O barroco também se inspira, em certo sentido, na arquitectura clássica., mas recebe esse nome pelos críticos do período (com o significado de grotesco) exactamente por não respeitar as combinações e a utilização dos gregos e romanos.

Apesar de se utilizar de formas naturalistas, não se pode dizer que seja uma mera continuação do renascimento.

O artista era religioso, mas independente da religião:

A Espanha foi um dos países que mais desenvolveu esse estilo que se espalhou pela Europa.

Além disso, importante no período é o facto de o mecenato sair das mãos da Igreja para concentrar-se na aristocracia.

O homem barroco é um ser dividido, em conflito, repleto de energia e extremamente místico. Os artistas da época expressavam essa energia e as suas convicções espirituais nas suas obras.

Um bom exemplo disso é a figura de Bernini. Entretanto, Rubens é considerado um dos maiores expoentes do movimento. O italiano Caravaggio também é extremamente importante, com influência por várias partes da Europa.

ARTISTAS DA ÉPOCA: Caravaggio, Annibale Carracci, Gianlorenzo Bernini, Rubens, Rembrandt, Velázquez, and Vermeer.

ROCOCÓ

Rococó é o estilo artístico que surgiu na França como desdobramento do Barroco, mais leve e intimista que aquele e usado inicialmente em decoração de interiores.
Desenvolveu-se na Europa do século XVIII, e da arquitectura disseminou-se para todas as artes. Vigoroso até ao advento da reacção neoclássica, por volta de 1770, difundiu-se principalmente na parte católica da Alemanha, na Prússia e em Portugal.
Os temas utilizados eram cenas eróticas ou galantes da vida cortesã (les fêtes galantes) e da mitologia, pastorais, alusões ao teatro Italiano da época, motivos religiosos e farta estilização naturalista do mundo vegetal em ornatos e molduras.
O termo deriva do francês "rocaille", que significa embrechado, técnica de incrustação de conchas e fragmentos de vidro utilizada originariamente na decoração de grutas artificiais.
Na França, o rococó é também chamado estilo Luís XV e Luís XVI.

CARACTERÍSTICAS GERAIS:

· Uso abundante de formas curvas e pela profusão de elementos decorativos, tais como conchas, laços e flores.
· Possui leveza, carácter intimista, elegância, alegria, bizarro, frivolidade e exuberância.

ARQUITECTURA:

Durante o Iluminismo, entre 1700 e 1780, o rococó foi a principal corrente da arte e da arquitectura pós-barroca. Nos primeiros anos do século XVIII, o centro artístico da Europa transferiu-se de Roma para Paris. Surgido na França com a obra do decorador Pierre Lepautre, o Rococó era a princípio apenas um novo estilo decorativo.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS:

· Cores vivas foram substituídas por tons pastéis, a luz difusa inundou os interiores por meio de numerosas janelas e o relevo abrupto das superfícies deu lugar a texturas suaves.
· A estrutura das construções ganhou leveza e o espaço interno foi unificado, com maior graça e intimidade.

PRINCIPAL ARTISTA:

Johann Michael Fischer, (1692-1766), responsável pela abadia beneditina de Ottobeuren, marco do Rococó Bávaro. Grande mestre do estilo Rococó, responsável por vários edifícios na Baviera. Restaurou dezenas de igrejas, mosteiros e palácios.

ESCULTURA:

Na escultura e na pintura da Europa Oriental e central, ao contrário do que ocorreu na arquitectura, não é possível traçar uma clara linha divisória entre o Barroco e o Rococó, quer cronológica, quer estilisticamente.

Mais do que nas peças esculpidas, é na sua disposição, dentro da arquitectura que se manifesta o espírito Rococó. Os grandes grupos coordenados dão lugar a figuras isoladas, cada uma com existência própria e individual, que dessa maneira contribuem para o equilíbrio geral da decoração do interior das igrejas.

PRINCIPAIS ARTISTAS:

Johann Michael Feichtmayr, (1709-1772), escultor alemão, membro de um grupo de famílias de mestres da moldagem no estuque, distinguiu-se pela criação de santos e anjos de grande tamanho, obras-primas dos interiores rococós.

Ignaz Günther, (1725-1775), escultor alemão, um dos maiores representantes do estilo rococó na Alemanha. Suas esculturas eram em geral feitas em madeira e a seguir policromadas. "Anunciação", "Anjo da guarda", "Pietà".

PINTURA:

Durante muito tempo, o Rococó francês ficou restrito às artes decorativas e teve pequeno impacto na escultura e pintura francesas. No final do reinado de Luís XIV, em que se afirmou o predomínio político e cultural da França sobre o resto da Europa, apareceram as primeiras pinturas Rococó sob influência da técnica de Rubens.

Principais Artistas:

Antoine Watteau, (1684-1721), as figuras e cenas de Watteau converteram-se em modelos de um estilo bastante copiado, que durante muito tempo obscureceu a verdadeira contribuição do artista para a pintura do século XIX.

François Boucher, (1703-1770), as expressões ingénuas e maliciosas das suas numerosas figuras de deusas e ninfas em trajes sugestivos e atitudes graciosas e sensuais não evocavam a solenidade clássica, mas a alegre descontracção do estilo Rococó. Além dos quadros de carácter mitológico, pintou, sempre com grande perfeição no desenho, alguns retratos, paisagens ("O casario de Issei") e cenas de interior ("O pintor no seu estúdio").

Jean-Honoré Fragonard , (1732-1806), desenhista e retratista de talento, Fragonard destacou-se principalmente como pintor do amor e da natureza, de cenas galantes em paisagens idílicas. Foi um dos últimos expoentes do período Rococó, caracterizado por uma arte alegre e sensual, e um dos mais antigos precursores do impressionismo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rococó

terça-feira, 13 de abril de 2010

DEGREDO ALÉM-MAR E A ACTUALIDADE.


Foram os descobrimentos portugueses que iniciaram o período renascentista e com ele, por arrastamento, o humanismo cultural “antropocentrismo”. Porem foi depois dos descobrimentos que as penalizações de desterro tiveram mais aplicação na Europa. Pelo comércio ou navegação triangular (Europa – África – América), começaram a estabelecer-se transacções comerciais ultramarinas que para além das matérias-primas, atingiram o auge da desumanidade: O tráfico de escravos e as penas de degredo.
Portugal desterrava os seus condenados para o Brasil com fim colonizador e, ainda no século XX para a Ilha do Sal de Cabo Verde como colónia penal ideológica;
A Espanha deportava os seus condenados comuns ou por via Inquisitorial, com o mesmo intuito colonizador, para a Argentina;
A França utilizava a Ilha do Diabo na Guiana Francesa, como colónia penal;
A Inglaterra para a Austrália, também como colónia penal e com o mesmo plano colonizador.
Referindo agora, finalmente, os Estados Unidos da América com Guantânamo, sem intenção de colonização mas única e exclusivamente de penalização ao degredo que foi secreto e que se mantém ainda neste século XXI, contra a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
OS OUTROS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE:

domingo, 11 de abril de 2010

PRINCÍPIO E FIM DO IMPÉRIO ROMANO


O Império Romano é a fase da história da Roma Antiga caracterizada por uma forma autocrática de governo que sucedeu à República Romana que durou quase 500 anos (509 a.C. – 27 a.C.) e tinha sido enfraquecida pelo conflito entre Caio Mário e Sulla e pela guerra civil de Júlio César contra Pompeu.

Muitas datas são comummente propostas para marcar a transição da República ao Império, incluindo a data da indicação de Júlio César como ditador perpétuo (44 a.C.), a vitória do herdeiro de Octávio na Batalha de Accio (2 de Setembro de 31 a.C.), ou a data em que o senado romano outorgou a Octávio o título honorífico de Augusto (16 de Janeiro de 27 a.C.).

Também a data do fim do Império Romano é atribuída por alguns ao ano 395, com a morte de Teodósio I, após a qual o império foi dividido em “pars occidentalis” e “pars orientalis”. A parte Ocidental, o Império Romano do Ocidente terminou, por convenção, em 476, ano em que Odoacro depôs o último imperador Rómulo Augusto, ou mais precisamente até à morte do seu predecessor, Júlio Nepos, que se considerava ainda imperador (assim era considerado pelo seu par Oriental). Já o Império Romano do Oriente perdurou até à queda de Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453.

O Império Romano tornou-se a designação utilizada por convenção para referir ao estado romano nos séculos que se seguiram à reorganização política efectuada pelo primeiro imperador, César Augusto.

Após a morte do imperador Teodósio em 395, a unidade do Império é definitivamente quebrada com a divisão feita pelos seus dois filhos: Arcádio (Augusto desde 383), o mais velho, obteve o Oriente com sede em Constantinopla; Honório (Augusto desde 393), recebeu o Ocidente com sede em Milão ou Ravena. Na época, este acto não representava qualquer inovação, já que a partilha das responsabilidades e atribuições era prática corrente. Além disso, a ideia de unidade mantinha-se devido à figura de Estilicão, general de origem vândala, imposto por Teodósio como tutor dos jovens soberanos. Nas duas partes do império mantinham-se também idênticas instituições, tanto nas províncias como nos organismos centrais. Porém, não há dúvida que se vinha já produzindo uma diferenciação económica e social profunda entre Ocidente e Oriente, iniciada muito antes de 395, e que se acentuou nos anos seguintes, entre 395 e 410, devido, sobretudo, ao problema germânico. O Ocidente apresentava-se militarmente frágil e permeável às investidas bárbaras. A partir de 401, os Ostrogodos invadem as províncias do Danúbio superior. A partir de 406, são os Vândalos, os Sármatas, os Alanos e os Alamanos que devastam a Gália Ocidental, e Alarico saqueia Roma (410). O próprio Estilicão, internamente perseguido pelo partido antibárbaro, é decapitado a 22 de Agosto de 408. O Ocidente ficou sob o poder dos chefes bárbaros e em 476, Odoacro, chefe dos Hérulos, depôs o último imperador romano do ocidente, Rómulo Augusto, e devolveu as insígnias ao imperador do Oriente cujos sucessores reinaram em Constantinopla até 1453.

http://lportuguesa.malha.net/content/view/15/44/

http://www.duplipensar.net/artigos/2007/legado-romano-para-ocidente.html

http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/vida-na-roma-antiga.html

sábado, 10 de abril de 2010

OS GLADIADORES ATÉ AO SÉCULO XXI

Os Gladiadores eram escravos treinados e utilizados para combaterem nos Circos Romanos, muitas vezes até à morte. O nome "Gladiador" teve origem no “´Gládio”, espada curta, pontiaguda usada pelas Legiões Romanas.

“Ave Casear morituri te salutant”, esta era a frase pronunciada pelos gladiadores antes da luta. “… os que vão morrer te saúdam”.

Lúcio Aurélio Cómodo, em Latim, "Marcus Aurelius Commodus Antoninus", no filme “O Gladiador” interpretado por Joaquin Phoenix, foi um imperador romano que governou de 180 a 192, célebre pela sua crueldade e o único Imperador gladiador, que durante a luta invocava o semideus Hércules, dizia-se seu descendente e exibia-se com as suas vestes.

As lutas de gladiadores faziam parte da política de então, "pão e circo" (panis et circencis).

As primeiras lutas conhecidas aconteceram em Roma em 286 a.C., no começo da Primeira Guerra Púnica, embora essa actividade já tivesse tido início com a civilização Etrusca.

Duraram cerca de sete séculos, as lutas dos gladiadores, para além do tempo do imperador Constantino Magno ou Constantino O Grande, em Latim, "Flavius Valerius Constantinus", proclamado em 337, conhecido como o fundador da Igreja Católica Apostólica Romana.

http://juliano.multiculturas.com/textos/NGuarinello_violencia_espetaculo.pdf


quarta-feira, 7 de abril de 2010

OS TEMPLÁRIOS e a “Vera Cruz”


Já muito se escreveu e disse sobre os Templários, mas o mistério do seu repentino desaparecimento continua oculto no tempo, assim como o seu tesouro jamais encontrado.

É escusado dizer que na época eram mais poderosos que muitos reinos juntos mas não mais poderosos que uma ordem Papal.

A Igreja Católica Apostólica Romana ainda detém o poder clerical que sempre teve. Poder político, social e económico.

Com a reforma protestante emergiu uma devastadora guerra que flagelou a Europa durante 30 anos, que trouxe de arrasto novas religiões monoteístas, algumas “ceitas fundamentalistas” que todas juntas são ainda “uma pequena gota de água no oceano”. Todos os estudos e perspectivas para o futuro é que vão todas perder a luta da sua existência para o Islamismo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templários

http://pt.wikipedia.org/wiki/Islão

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A IGREJA E A PEDOFILIA


Eis os dois pesos e as duas medidas:

Alguns estão justamente presos por actos de pedofilia mas outros, protegidos por uma batina preta, permanecem imunes, intocáveis à justiça dos homens.

Mentem… continuam a mentir e a exercer o seu mister divino à espera da punição de Deus.

Chegou tarde, o pedido de desculpas pelos actos criminosos da inquisição mas não chega agora, neste tempo, suficiente o pedido de desculpas ao mundo pelos actos pedófilos, infames, dos representantes da igreja. Têm que ser entregues à justiça e, depois de julgados, cumprir a pena que a lei prevê, como qualquer outro criminoso comum.

Foram criadas prisões especiais chamadas de “colarinho branco” e agora, terão que ser criadas prisões especiais de “batina preta”? Porque será que a preconizada castração química não é invocada de novo, como método preventivo para os pecadores representantes do clero? Uns são portadores de doença incurável e estes outros talvez, apenas vítimas das tentações do demónio.

De Guerra Junqueiro,

A VELHICE DO PADRE ETERNO:

Bispo de Leiria e Fátima:


sábado, 3 de abril de 2010

A ARTE GÓTICA

O MOSTEIRO DA BATALHA

IDADE MÉDIA
Em 476, com a tomada de Roma pelos povos bárbaros, tem início o período histórico conhecido por Idade Média. Na Idade Média a arte tem as suas raízes na época conhecida como Paleocristã, trazendo modificações no comportamento humano, com o Cristianismo a arte voltou-se para a valorização do espírito. Os valores da religião cristã vão impregnar todos os aspectos da vida medieval. A concepção do mundo dominada pela figura de Deus proposto pelo cristianismo é chamada de teocentrismo (teo = Deus - Do gr. theós). Deus é o centro do universo e a medida de todas as coisas. A igreja como representante de Deus na Terra, tinha poderes ilimitados.

No século XII, entre os anos 1150 e 1500, tem início uma economia fundamentada no comércio. Isso faz com que o centro da vida social se desloque do campo para a cidade e apareça a burguesia urbana.

No começo do século XII, a arquitectura predominante ainda é a românica, mas já começaram a aparecer as primeiras mudanças que conduziram a uma revolução profunda na arte de projectar e construir grandes edifícios.

O Mosteiro da Batalha


sexta-feira, 2 de abril de 2010

ECCO HOMO - CARAVAGGIO

ECCO HOMO "Eis o homem" é a frase com a qual Pilatos apresenta Cristo aos judeus.

Michelangelo Merisi da Caravaggio, nasceu em Milão a 29 de Setembro de 1571 e faleceu em Porto Ercole, comuna de Monte Argentario a 18 de Julho de 1610 foi um pintor Italiano actuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista Barroco, estilo do qual ele é o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, que ele adoptou como nome artístico.

O 25 DE ABRIL VISTO À LUPA DA VERDADE

Aproxima-se o 25 de Abril.

De novo a recordação da “Revolução dos Cravos”, decorridos 36 anos, que em si mesmo não foi uma revolução mas sim uma revolta militar que começou pelo protesto dos oficiais de carreira contra os oficiais milicianos que regressavam da guerra ultramarina e concorriam com os privilégios concedidos pelo então primeiro ministro Marcelo Caetano e pela incapacidade da Polícia Política (DGS) continuar a manter um regime político corroído na forma e no tempo.

A esquerda militar e o Partido Comunista Português, bem organizados, pertenderam aproveitar-se da situação e intentar com a aderência popular incipiente uma verdadeira revolução, impedidos, obviamente, em plena guerra fria, pela conjuntura política dos países Ocidentais da NATO, em 25 de Novembro de 1975, contra o expansionismo Soviético e o Pacto de Varsóvia.

VER 25 DE NOVEMBRO/75


quarta-feira, 31 de março de 2010

PIADA DE BRASILEIRO

BICHA FEIA

Quatro bichas brasileiras morreram num acidente de carro. Quando chegaram no céu, já começou o preconceito. São Pedro falou: - Vamos lá façam uma fila. Bicha 1, Bicha 2, Bicha 3 e Bicha 4. Depois de formada a fila, com as bichas na devida ordem, São Pedro começou a perguntar os pecados das bichas. - Bicha 1, qual e o seu pecado? -Eu coloquei a mão no pénis de um homem -Tudo bem, lava a mão naquela água ali e tá perdoada. Bicha 2, qual e o seu pecado? - Eu coloquei as duas mãos no pénis de um homem -Tudo bem, lava a mão naquela água ali e tá perdoada De repente, as outras duas bichas começaram a brigar: - Quem vai na frente sou eu, não, sou eu quem vou, não, quem vai sou eu e por ai vai. - São Pedro falou: Parem de brigar, o que esta havendo Bicha 4, por que você quer passar a frente. Aí a Bicha 4 responde: - Eu não vou gargarejar de jeito nenhum a água que ela vai lavar a bunda.

NOSTRADAMUS

Michel de Nostredame, mais conhecido sob o nome de Nostradamus, foi um dos maiores astrólogos e profetas da história da humanidade, nasceu em 14 de Dezembro de 1503 em Saint-Rémy-de-Provence; sofria de Epilepsia psíquica, assim como alguns problemas ósseos e pulmonares. Tão famoso como controverso e até mesmo contestado. O legado profético de Nostradamus não permite contudo que se possa ignorar o peso da sua obra nos círculos ocultistas e astrológicos, havendo desistido da carreira académica do curso de medicina, optou depois pela carreira de Farmacêutico e boticário, tendo sido razoavelmente bem sucedido nessa prática.

Nos tempos em que a peste negra atingiu a Europa, Nostradamus conseguiu bons resultados na luta contra a peste, em parte através da aplicação de práticas de higiene pública e técnicas de higiene pessoal.

As previsões de Nostradamus revelam eventos que viriam a suceder no futuro. Entre tais eventos, contam-se:

I - A previsão da morte do rei Henrique II com grande detalhe;

II - Previsão acertada da vida e existência de Napoleão, com detalhes físicos descritivos, séculos antes do seu nascimento;

III - A fundação dos Estados Unidos da América, 500 anos antes da sua ocorrência;

IV - A previsão da vida e existência de Hitler, com o detalhe de ter acertado no nome de uma figura histórica 5 séculos antes, com previsão acertada da 1ª e 2ª guerra mundiais;

V - o assassinato de Kennendy;

VI - a existência de armas nucleares, de submarinos e helicópteros ou mesmo aviões;

VII - A ocorrência de uma outra 3ª guerra mundial;

Acertou na data da sua própria morte, e deixou um legado profético tão famoso, como contestado e polémico. Nostradamus foi um dos maiores astrólogos e profetas da história da humanidade.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nostradamus

http://www.fimdomundo2012.com/profecias-2012/nostradamus-2012.htm


segunda-feira, 29 de março de 2010

A BATALHA DE ALJUBARROTA


A Batalha de Aljubarrota representa uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. No campo militar significou a inovação de uma táctica, onde os homens de armas apeados foram capazes de vencer a poderosa cavalaria medieval. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até aos dias de hoje. No aspecto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente. Tornou possível também que se iniciasse umas das épocas mais grandiosas da história de Portugal, a época dos Descobrimentos.


O Bullying


Bullying em Português Maus-tratos persistentes.

Entendamos a realidade “sem paninhos quentes” vista empiricamente por quem não tem especialização académica em psicologia, com lógica, mas sem radicalismos:

Os maus tratos persistentes, inglesmente falando “bullying”, nas escolas ou em qualquer outro lugar, profissional, etc., é perpetrado por pessoas sem escrúpulos, portuguesmente falando “cobardes”, ocultos, que se protegem pelo poder, pelo grupo ou pela desproporção de força para levarem a cabo esses actos, vis, intimidatórios, volta-se a frisar, por cobardes porque quando isolados, confrontados directamente com situações “perigosas”, fogem como as ratazanas do fogo.

O bullying é praticado por psicopatas, pessoas doentes, frustradas, incapazes, na sua vida pessoal e social, normalmente por fobias de infância, impotência sexual causada por traumas pessoais, familiares, por incapacidades profissionais e intelectuais que perante aqueles que fisicamente frágeis, tímidos, são muitas vezes muito mais capazes. Essas pessoas são afectivamente doentes e deviam ser tratadas em estabelecimentos próprios de internamento e quando necessário, em estabelecimentos prisionais adequados.

As escolas e o seu corpo docente, também vítimas dessa violência, não devem transferir essa responsabilidade exclusivamente para os pais, porque são eles, professores, os mais directos verificadores dos factos “in loco”.

A indisciplina ora estabelecida, por decisões incompetentes de quem não as devia ter tido, levou o “caos” a uma instituição - a escola - que para além de informativa devia ser formativa e essencialmente educativa e, rigorosamente disciplinar.

"A COBARDIA É A MÃE DA CRUELDADE".

(Michel de Montaigne)

sábado, 27 de março de 2010

PIADA DE BRASILEIRO


Um russo, um brasileiro e um português, estavam naufragados, num salva-vidas. Era urgente aliviar a carga para não ir ao fundo.

O russo pega em todas as caixas de caviar e vodka, atira-as ao mar e grita:

Desta porcaria tenho muito no meu país.

O brasileiro agarra em todos os sacos de café e mangas atira-as ao mar e grita: Desta porcaria tenho muito no meu país.

O português, nada tinha, olha em volta, pega no brasileiro, atira-o ao mar e grita: Desta porcaria tenho muito no meu país.

D. AFONSO HENRIQUES “O CONQUISTADOR”

Paralela a toda a história conhecida, publicada e ensinada, existe sempre outra, subjacente, oculta e que às vezes é a verdadeira, aquela que não convém conhecer.

Conta-se em certos círculos académicos e populares que D. Afonso Henriques, o nosso primeiro Rei de Portugal, “O Conquistador”, não era o filho biológico de D. Henrique e D. Teresa, mas sim filho do seu aio D. Egas Moniz; que o verdadeiro filho varão de D. Henrique e D. Teresa nasceu doente, deficiente e que um milagre de Nossa Senhora o curou. A ser verdade, mesmo que a história tivesse que ser reescrita em nada alteraria o seu valor como fundador de uma Nação que é hoje Portugal:

“Tendo em conta que um dos livros sugeridos como fonte é Diogo Freitas do Amaral, eu sugeria que o lessem com atenção. Se forem para os lados de Lamego, as gentes confirmarão que, de facto, a tese de que D. Afonso Henriques era filho de Egas Moniz é mais preemente do que o Milagre de Nossa Sra de Cárquere segundo o qual o menino se curou de um aleijão que lhe unia as pernas. Mas se quiserem mais fontes vão a Duarte Nunes de Leão, José Mattoso, e Sant'Anna Dionísio. Se não for suficiente, Alexandre Herculano assegura que o I Rei de Portugal era alto, robusto e forte... não me parece que tenha herdado essas características do Conde D. Henrique. É claro que esta tese é controversa, afinal a escolinha ensina que D. Afonso Henriques batia na mãe... ora dizer agora que ela não era mãe dele e pior, ter de re-escrever todos os manuais...”

http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=90

D. Afonso Henriques pode ter origens em Sever do Vouga

O Milagre de Cárquere

VER: OS MEUS TEXTOS:

quinta-feira, 25 de março de 2010

PIADAS DE BRASILEIRO:

Consta que a Maitê Proença foi assaltada numa praia do Algarve:

- Maitê, que é que roubaram de você?

- Nada não, foi tudo tão rapidinho, eram brasileiros, levaram só minha roupa, a calcinha!

- Calcinha? E a senhora ficou despida, peladinha!?...

- Não! não... claro ué, despida estava eu…!

-Estava fazendo nudismo?

-Não!...? Estava só apanhando Sol... me bronzeando!

O BUSHIDO

O Bushido é, resumidamente, o “Código de Honra, Conduta e Ética do Guerreiro Medieval Oriental”.

Apesar de esquecido, porque esquecidos estão nos nossos dias, tudo o que se refere à Honra, à Honestidade e aos Bons Costumes, o Código de Conduta é válido e aplicável até aos nossos dias e são cultivados e perpetuados nas academias de Artes Marciais, cujo Mestre dedicou-se efectivamente a absorver estes ensinamentos, além das técnicas de luta.

Esse código foi trazido ao Ocidente, pelos imigrantes japoneses, chineses, coreanos, tailandeses, etc., que a princípio, ensinavam apenas aos seus descendentes; mas que, aos poucos, foram sendo assimilados por uma pequena parcela da população do "Novo Mundo", até serem praticados por grande parcela da população. O ensino do Judo ou do Karaté, já é matéria nas escolas de primeiro e segundo graus e matéria optativa em vários cursos superiores de Educação Física e é apenas uma questão de tempo, para que as Artes Marciais provenientes da Coreia, Vietname, Tailândia, China, etc., também integrem esse quadro de modalidades.

O Bushido, muito se parece com o Código de Conduta do Cavaleiro Europeu da Idade Média. Podemos observar que, foram elaborados ao longo dos séculos, em lugares diferentes, por populações, que na época não possuíam intercâmbio cultural (França - Japão ou China), mas que buscam os mesmos valores de engrandecimento do espírito do Ser Humano; auxiliando-o na sua evolução.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bushido

Os Sete Princípios do Bushido:

quarta-feira, 24 de março de 2010

PIADA DE BRASILEIRO

Mas esta é verdadeira, conta-se:

Em tempo, o Jô, “o gordo” veio a Portugal à SIC “TV de capital da Globo”. Lembram-se?! "Tem pai ké cego..." Foi daí. Programa nocturno e dia de gravação:

Calamidade!... Deu-lhe vontade de mijar ali mesmo, na rua, antes de entrar. Muito a custo, braço curto, barriga grande, “à rasca” para sacar “o dito cujo” quase a molhar as calças lá conseguiu aliviar-se. Abanou... sacudiu e, "uí" doeu, à saída com a pressa entalou a "pilinha".

Azar, logo ali, passava um polícia:

- O senhor está multado em 50 escudos por atentado ao pudor e urinar na via publica!

- Mas ó senhor polícia eu estava apenas a…

- Qual nada, eu vi bem, ora essa!

- Você viu o quê ?!...

- Ora vi o seu “coiso”, de fora aqui na rua, contra a parede e está ali bem marcado.

- Ah..! Você viu, Sr. polícia? Então tome lá 100 paus porque viu uma coisa que eu já não consigo ver, há muito tempo...!

OS IMORTAIS NO SÉCULO XXI

Não fui ver o filme Invictos e já saiu de cena, mas um dia, que pode ser breve, hei-de comprar o seu DVD, se tiver tempo.

Sem dúvida, Nelson Mandela merece a honra por ter sido um homem que no século XX, pela sua persistência, abnegação, grandeza, resistência, desprendimento, imaterialismo e sobretudo, pela libertação do próprio homem. Nelson Mandela deixou ao mundo uma mensagem e ainda está entre nós; ELE é ainda um homem do século XXI, mas… existiram outras pessoas no século XX, que merecem a nossa veneração; que eu, como simples mortal, tenho a honra de ter vivido no seu tempo, termos sido com eles contemporâneos e merecerem inequivocamente a nossa homenagem.

Recordemo-los pelos nomes de baptismo:

Karol Józef Wojtyła, nascido em Wadowice, Polónia a 18 de Maio de 1920;

Agnes Gonxha Bojaxhiu, nascida em Skopje, Macedónia, a 26 de Agosto de 1910;

Mohandas Karamchand Gandhi, nascido a 2 de Outubro de 1869 em Porbandar, Guzerate (Índia Britânica).

Agora os nomes pelos quais toda a gente os conhecia:

João Paulo II, falacido no Vaticano, a 2 de Abril de 2005;

Madre Teresa de Calcutá, falecida em Calcutá, a 5 de Setembro de 1997;

e Mahatma Gandhi, falecido em Nova Déli, a 30 de Janeiro de 1948.

Também estes merecem o epíteto de INVICTOS, os não vencidos pelo mundo da gente, que deixaram no tempo um testamento de humanidade, de liberdade e ficarão para sempre imortais.

Possivelmente existirão muitos outros incógnitos que, no passado século, pelo mundo viveram e mereceram... mereceriam ser recordados, venerados por toda a gente, como aqueles, para sempre “imortais” mas essas pessoas foram gente comum, como todos nós, não ascenderão ao Olimpo da eternidade.


terça-feira, 23 de março de 2010

A REFORMA


A REFORMA mergulhou a Europa numa guerra sangrenta que duraria 30 anos (1618-1648) que teve como consequência a rivalidade entre católicos e protestantes. Não existe diferenças significativas entre Calvino e Lutero, apenas que este último teve como apoio a publicidade da imprensa de Johannes Gutenberg.

Ainda no Século XXI o fanatismo religioso tem consequências devastadoras entre conceitos de ceitas religiosas que em nome de Deus ou Jesus estabelecem feudos, separatismos sociais graves.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Calvinismo

UM SONHO MAU

FELIZ PÁSCOA

segunda-feira, 22 de março de 2010

G20

ALELUIA!... LULA E OBAMA VÃO SALVAR O MUNDO.

CAOS/ORDEM

A sociedade ideal é uma utopia inatingível mas que se renova continuamente nas ideias, na filosofia, na matemática, na origem do cosmos, nos contrários, caos/ordem, nunca na ilusão materialista.

As cosmogonias (as explicações sobre a origem do cosmos) são concebidas como um processo de passagem do caos inicial à ordem.

O processo cosmogónico é explicado de três modos essenciais:

a) Uma potência intrínseca à matéria criou o cosmos desde o caos inicial;

b) Um espírito exterior à matéria actuou sobre ela, conferindo-lhe a forma actual;

c) O cosmos resultou de uma luta incessante entre dois pólos opostos (caos/ordem, morte/vida, etc.).

domingo, 21 de março de 2010

Dois abortos.

Recuso-me alguma vez a escrever em "Brazuquês ou Brazuguês" e incentivo, imploro aos que da mesma forma concordarem, àqueles que estudaram literatura, os clássicos portugueses, que escrevem em Português corrente, professores, alunos, leitores ou escritores, Brasileiros ou Portugueses, que reclamem contra este acordo ortográfico que desvirtua as nossas escritas.

Os pensamentos de Silvio Berlusconi