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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

terça-feira, 24 de agosto de 2010

POSEIDON GOD OF THE SEAS

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Ποσειδώνας Ο Θεός της Θάλασσας
Poseidon como primeiro filho de Cronos e Reia, um dos principais deuses do Olimpo, de acordo com certas tradições, é o irmão mais velho de Zeus e Hades. Poseidon foi criado entre os Telquines, os demónios de Rodes. Quando atingiu a maturidade, ter-se-á apaixonado por Hália, uma ninfa de Rodes e a personificação da salinidade do mar, a sua mãe era Talassa e seu pai poderia ser Pontos, antigo deus pré-olímpico do mar, ou de Urano, deus do céu e esposo de Gaia, deusa da terra. Daquele romance de Poseidon com Hália nascem seis filhos e uma filha, de nome Rodo, daí o nome atribuído à ilha de Rodes.

Numa famosa disputa entre Poseidon e Atena para decidir qual dos dois seria o padroeiro de Atenas, ele atirou uma lança ao chão para criar a fonte da Acrópole, mas Atena conseguiu superá-lo criando a oliveira que daria o azeite.
Na Ilíada, Poseidon aparece-nos como o deus supremo dos mares, comandando não apenas as ondas, correntes e marés, mas também as tempestades marinhas e costeiras, provocando nascentes e desmoronamentos costeiros com o seu tridente. Embora o seu poder pareça ter-se estendido às nascentes e lagos, os rios por sua vez, têm as suas próprias deidades, não obstante o facto de que Poseidon fosse dono da magnífica ilha de Atlântida.

Geralmente, Poseidon usava a água e os terramotos para exercer castigo e vingança, mas também podia apresentar um carácter cooperativo; auxiliou bastante os gregos na Guerra de Tróia, mas levou anos vingando-se de Ulisses, herói da guerra de Tróia; Odisseu, na odisseia de Homero, que havia cegado o ciclope Polifemo, filho Poseidon e da ninfa Teosa.

Os navegantes oravam a Poseidon rogando-lhe ventos favoráveis e viagens seguras, mas o seu humor era imprevisível. Apesar dos sacrifícios, que incluía o afogamento de cavalos, ele podia provocar tempestades, maus ventos e terramotos, apenas  por capricho. Zeus projectava também o seu poder e a sua masculinidade sobre as mulheres, tendo muitos filhos homens pois não podia ter filhas mulheres.

Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Poseidon foram todas frutíferas em descendentes, é de notar que, ao contrário dos descendentes do seu irmão Zeus, os filhos do deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, deus do mundo inferior e dos mortos, são todos maléficos e de temperamentos violentos. De Poseidon, alguns exemplos: da ninfa Teosa nasce o ciclope Polifemo; de Medusa decapitada por Perseu, uma das três Górgonas, nasce o gigante Crisaor e o cavalo alado, Pégaso;

de Amimone nasce Náuplio; com Ifimedia,  filha de Triopas, rei da Tessália, nascem os irmãos gigantes Oto e Efialtes  (os Aloídas), que chegaram mesmo a declarar guerra aos deuses. Por sua vez, os filhos que teve com Hália cometeram tantas atrocidades que o pai teve de os enterrar para evitar-lhes maior castigo.

Casou ainda com Anfitrite, filha da ninfa Dóris, de quem nasceu o seu filho Tritão, o deus dos abismos oceânicos, que ajudou Jasão e os seus argonautas a recuperar o Velo ou Tosão de ouro. Conta-se que tal velo estava pendurado num carvalho sagrado na Cólquida, a região ao sul das montanhas  do Cáucaso, a Leste do Mar Negro, na actual República da Geórgia e retirado por Jasão e os Argonautas. Segundo a lenda, Jasão precisava recuperar o velo para assumir o trono de Lolco na Tessália.

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