SEM GRILHETAS NEM SENSURA

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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

quinta-feira, 11 de março de 2010

NIETZSCHE E A ACTUALIDADE

Friedrich Wilhelm Nietzsche, nasceu em Röcken, a 15 de Outubro de 1844 e faleceu em Weimar a 25 de Agosto de 1900 (Alemanha) foi um influente filósofo Alemão do XIX, que influenciou a sociedade e a filosofia do nosso século até à actualidade, foi crítico da cultura ocidental e das suas religiões e, consequentemente, da moral Judaico-cristã. Associado equivocadamente, ainda hoje, por alguns ao niilismo e ao nazismo.

"Além do Bem e do Mal" :“Quando se amarra bem o próprio coração e se faz dele um prisioneiro, pode-se permitir ao próprio espírito muitas liberdades”

http://afilosofia.no.sapo.pt/12.nietzsche.htm

http://ocanto.esenviseu.net/nietzsch.htm


quarta-feira, 10 de março de 2010

A ARTE E A ILUSÃO






O ABUSO DA FORÇA E A IMPUNIDADE




AS BOMBAS NUCLEARES DE HIROSHIMA E NAGASAKI

Os Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki foram os dois ataques nucleares ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial contra o Império do Japão, realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América, nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945.

Os Estados Unidos, com o auxílio do Reino Unido e do Canadá, projectaram e construíram as bombas sob o nome de código “Projecto Manhattan”, inicialmente para serem usadas contra a Alemanha Nazi de Hitler.

O primeiro dispositivo nuclear, chamado “Gadget”, foi testado em LOS ALAMOS, no Novo México, a 16 de Julho de 1945.

As bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram a segunda e a terceira a serem detonadas; as únicas até hoje, que foram utilizadas como armas de destruição em massa.

A decisão de largar as bombas sobre o Japão foi tomada pelo então Presidente dos Estados Unidos, Harry Truman, que havia substituído há poucos meses, no cargo, o falecido Franklin Delano Roosevelt.

O Japão, desde a batalha aeronaval de Midway, travada em Junho de 1942 no Oceano Pacífico e da Batalha de Guadalcanal, ou Campanha de Guadalcanal, batalha terrestre e aeronaval, travada em Agosto de 1942 a Fevereiro de 1943, tinha perdido todo o seu poder bélico, capacidade de reconstrução naval e de resposta militar, contra a grande capacidade das indústrias aéreo e naval dos Estados Unidos.

Teria bastado para a rendição incondicional do Japão um bloqueio aeronaval, por parte dos aliados.

As bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki não foram mais que uma mera demonstração de força dos todos poderosos USA “states” à URSS “Soviets”, que só desenvolveu a sua primeira bomba atómica 4 anos depois, (nome de código Joe 1) testada a 29 de Agosto de 1949, em plena “Guerra Fria: 45/91”.

As estimativas do número total de mortos, em consequência das deflagrações das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, variam entre 100 e 220 mil; algumas estimativas serão consideravelmente mais elevadas, por não serem contabilizadas as mortes posteriores à deflagração que foram devidas à exposição radioactiva.


A CRISE DA ÁGUA NO FUTURO


terça-feira, 9 de março de 2010

QUEM ÉS TU ROMEIRO…?!

Frei Luís de Sousa

Manuel de Sousa Coutinho, conhecido pelo nome eclesiástico de Frei Luís de Sousa, nasceu em Santarém no ano 1555 e faleceu em São Domingos de Benfica (Lisboa) no ano de 1632. Foi um sacerdote católico e escritor português, filho de Lopo de Sousa Coutinho, militar no tempo de D. João III e de D. Maria de Noronha, filha de D. Fernando de Noronha, Capitão de Azanor. Viajou pelas Índias Ocidentais e Orientais, onde foi feito prisioneiro de piratas, que o encarceraram em Argel, vindo a conhecer na prisão Miguel de Cervantes. Libertado em 1577, regressa a Portugal, tendo sido nomeado capitão-mor de Almada em 1579. Por entender que os regentes do Reino deveriam ficar junto das populações de Lisboa, assoladas pela peste, queimou a sua própria casa, que tinha sido requisitada para sede do Governo. Por forma a evitar dissabores, refugia-se em Espanha, onde continuou a prestar diversos serviços ao rei Filipe II de Espanha (I de Portugal), vivendo dois anos em Valência. Regressa a Portugal em 1583 e casa-se com Madalena de Vilhena, viúva de D. João de Portugal. Em 17 de Março de 1594 é feito fidalgo cavaleiro. Em 1600 é nomeado Capitão-Mor de Almada e seu Guarda-Mor da Saúde.

Após um período mais desconhecido, mas que se sabe que esteve na América do Sul, nomeadamente no Peru, decide em 1613, juntamente com a sua esposa abraçar a vida religiosa, ingressando no dominicano Convento de São Domingos de Benfica no dia 8 de Setembro de 1614 e a sua mulher, no Convento do Sacramento também em Lisboa.

Ao tornar-se frade, adopta o nome de Frei Luís de Sousa, dedicando-se inteiramente à escrita, nomeadamente à hagiografia e à monografia. Foi cronista-mor da sua ordem em Portugal, tendo viajado por diversos conventos, recolhendo materiais para completar a monumental obra «História de São Domingos» cujo esboço tinha sido iniciado por Frei Luís de Cácegas anos antes. É hoje considerado um dos mais brilhantes autores de língua portuguesa.

Outras obras da sua autoria:

Navigatio Antartica ad Doctorem Franciscum Guidum, civem Panamensem;

Vida de Don Frei Bartolomeu dos Mártires (1619);

Primeira Parte da História de S. Domingos (1623);

Segunda Parte da História de S. Domingos (1626);

Terceira Parte da História de S. Domingos (publicada em 1678 e tendo sido terminada por Fr. Luís de SoutoMayor);

Anais de el-Rei D. João III (escrito em 1628, apenas publicado em 1844);

Vida de Sóror Margarida do Sacramento:

Considerações das Lágrimas Que a Virgem N. Senhora Derramou na Sagrada Paixão(1643)

Vida do Beato Henrique Suso da Ordem dos Pregadores traduzida de latim em português (1642;


segunda-feira, 8 de março de 2010

UMA BOLA DE NEVE.


Construíram o mundo à volta do “compra agora e paga depois. Logo se vê!?...” Uma bola de neve que foi crescendo sem parar. Agora, bem querem derrete-la, lentamente, sem pena nem agravo.

Tudo é relativo, na economia como na Natureza, se acabarmos com as moscas morrem os pássaros porque não têm que comer.

Não sou economista, experto, nem de longe, mas sei ver que a gente compra, o comerciante vende e as fábricas produzem. Querem cortar proventos, rendimentos e outras coisas mais. E depois?!... A gente deixa de comprar, as lojas de vender e as fábricas de produzir. O Estado recebe menos imposto...Aumenta a crise!

Então, se deixassem de comprar armamento (um pouco menos talvez) para alimentar guerras “nas casas dos outros” e canalizassem parte desses “dinheirões” para toda a gente continuar a viver neste mundo que eles, os senhores do capital, nos seus pedestais sentados, edificaram e encheram os bolsos.

Parece-me que toda a gente vai perder. É como numa pirâmide, se a base não aguenta o peso, vem tudo ao chão.

Há crise, dizem, mas não é para todos, pelo menos até agora.

Lembram-se do filme O TRIUNFO DOS PORCOS de George Orwell e do 7º Mandamento: "Todos os animais são iguais mas alguns são mais que outros."

Pois é!...Ainda nada mudou, mas pode mudar e quando as mudanças são repentinas é como num terramoto, uma espécie de "tsunami social".
Há ainda quem diga que, historicamente, a Revolução Francesa ainda não se cumpriu.

ALEXANDRE O GRANDE


Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno, foi um notável estratega militar, foi o mais célebre conquistador do mundo antigo.

Alexandre, na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. O seu pai, Filipe II da Macedónia, era um homem atlético, combatente e comandante impulsivo e a sua mãe, Olímpia, era uma mística e ardente adoradora do Deus Dionísio.
Tornou-se rei aos 20 anos; abafou uma rebelião de cidades gregas sob o domínio da Macedónia e preparou-se para conquistar a Pérsia.

Em 334 a. C., a sua primeira campanha contra os persas, deu-lhe o controlo da Ásia Menor (a moderna Turquia). No ano seguinte, derrotou Dário III, o poderoso Rei Persa.
Conquistou o Egipto no segundo ano e em 331 a. C. completou a conquista da Pérsia.
Durante um ou dois anos, Alexandre, manteve-se ocupado com campanhas curtas e rápidas de consolidação do seu Império, conduzindo em 27 a. C. as suas tropas por cima das montanhas
INDOCUCHE (actual Paquistão), para o Vale do Rio Indo a fim de conquistar a Índia.

VER: O IMPÉRIO DE ALEXANDRE MAGNO

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=540

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dario_III_da_Pérsia

http://quico97.no.sapo.pt/page8.htm