SEM GRILHETAS NEM SENSURA

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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

sábado, 13 de fevereiro de 2010

HOMOSSEXUALIDADE EM QUESTÃO


Sou heterossexual, embora não necessite de o justificar nem sequer de o afirmar, tenho tanto direito de o dizer como aqueles que o não são. Não é apenas uma questão de direito (legalidade) e de liberdade (expressão), mas também de opção pessoal, tendência biológica e de liberdade social. Ninguém numa sociedade civilizada tem o direito de obrigar outros a padrões de comportamento social, religioso ou político; ninguém tem a obrigação de viver marginalizado, escondido apenas por causa das suas opções ou tendências sexuais. Já vai o tempo de criar guetos, de processos inquisitoriais, de impor estigmas, de marginalizar gente. A adopção por parte de casais homossexuais é da mesma forma um direito de igualdade que a sociedade terá que enfrentar, admitir como uma forma de manifestação altruísta, solidariedade, amor e humanidade.
Quando se reconhecem direitos, liberdades, têm que se reconhecer igualdades, deveres, perante a sociedade e perante a Lei. O casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção são direitos de igualdade numa sociedade civilizada do século XXI.
Temos também que atender aos PROBLEMAS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO:
- Os direitos humanos e a globalização;
- Os direitos das mulheres como direitos humanos;
- A responsabilidade ecológica;
- A manipulação e os meios de comunicação de massa;
- O racismo e a xenofobia;
- O voluntariado e as novas dinâmicas da sociedade civil;
- A obra de arte na era das indústrias culturais;
- A dessacralização do mundo e a perda do sentido;
- A paz mundial e o diálogo inter-religioso;
- Guerras e guerras "Justas”;
- Terrorismo e o armamento;
- Outros: (Bioética; aborto; eutanásia; manipulação genética;
clonagem; inseminação artificial; homossexualidade e adopção, etc.).

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

VISÃO PERIFÉRICA: O SOL NASCEU PELA MANHÃ


http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Default.aspx

O SOL NASCEU PELA MANHÃ


Esta manhã Portugal acordou com um “Sol” esclarecido que se esgotou e, timidamente, se ocultou na invernia do tempo, na discussão causídica, dos entendidos sobre a matéria, do direito de haver “sol” que nos ilumine; que nos esclareça das verdades ocultas.
Assim lá vamos cantando e rindo, levados, levados, sim …”

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Default.aspx

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

POESIA DO MAR


Do Mar O Canto e o Encanto

Sentir:
A manhã calma.
Viver!...

Sentir:
O Dia Nascer,
O barulho do mar,
O levantar do Sol,
A Luz a raiar,
A força nos remos;
No bote, a gingar.

O soprar da brisa,
Na face a bater;
O cheiro do Mar,
Na fronte a passar.

O piar da gaivota,
Livre a voar…
A sereia a cantar
E o encanto do Mar.

Sentir:
O tempo a faltar;
A ânsia do medo,
De não voltar;
Do pouco viver.
Da falta de ter,
Um outro Mar!
O homem que ama é livre de amar! …

Sentir:
A falta do tempo parar!
O silêncio do Mar;
A manhã a findar.

A força do vento…
Do vento a cantar.

As ondas do Mar,
No bote a bater!

A sereia a cantar
No vento a soprar
E o encanto do Mar.
Meu sonho de ter
Um outro Mar…

Sentir:
O medo!?
Minha ânsia de chegar…
O tempo a faltar!
O piar da gaivota,
Livre a voar.

Meu sonho de mar…
O homem que ama é livre de amar!
É LIVRE DE VIVER …

Montijo, 4/8/90
José Douradinha

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ANARQUISMO

Anarquismo é uma filosofia política que rejeita todas as formas autoritárias, involuntárias, hierárquicas, ou compulsoriamente governadas pelo "estado" de relacionamento. É entendida também como uma busca pela harmonia entre liberdades colectivas e individuais, igualdade de direito e poder, manifesta-se de diversas formas entre estas na cooperação voluntária, autogestão, democracia directa, decisão por consenso, livre associação e lei policêntrica.

GUANTANAMO


GUANTANAMO BAY
ou
(coca cola no rum)


no alvor do sec. XXI
sem pontos nem virgulas
nem letras grandes
sem super heróis de banda desenhada

oh América que USA e frui
canta a liberdade do teu fim

países esventrados outros ocupados
outros silenciados comprometidos
liberdade usurpada de cara lavada
prisões secretas da liberdade cantada
punhos erguidos de sangue esvaídos
em mãos caídas acorrentadas
pés que arrastam grilhetas pesadas
bocas sem dentes silenciadas
pessoas que foram condicionadas
libertadas inocentes abandonadas
gente culpada sem culpa formada

Canada do Porto de Avis, Pavia, Mora, 27/10/2007
José Douradinha

ESPIRITUALIDADE



Procurava meditando se para além da morte, no etéreo imaterial, se exibisse uma visão da vida terrena; um significado teúrgico, criacionista da própria existência. Um paradigma universal que iluminasse um ideal anacrónico: Caos ou ordem (cosmos) acaso ou necessidade (anarquia), espiritualidade. Seria lúcido, humano, utópico pensar que o ser humano existe para além da vida? Que a vida devia ser cumprida com a moral vigente - qual duvidosamente instituída - mas com a humanidade solidária de que devíamos estar conscientes, e que uma existência incorpórea, extemporânea, cósmica, nos daria uma visão crítica da vivência terrena interrompida?...! Todas as filosofias ou religiões que nos absorvem a mente coincidem num ponto, gnóstico, negativamente ou não, na ordem espiritual, transmutável, etérea, do corpo a espírito. Se formos darwinistas, materialistas, subjectivamente nietzscheanos, os humanos, como todos os outros seres terrenos irracionais, são simples consequências dum acaso ou necessidade, matéria ou selecção natural evolutiva e o espírito fina-se quando o corpo falece, como consequência de uma efémera passagem terrena. Sonhos de uma existência imaterial. O espírito é o suporte consistente ou imaterial, incorpóreo? Mas algo, de uma forma ou de outra, nos consciencializa e cumpre, obriga, racional e peremptoriamente enquanto viventes, a uma existência comum, embora diferenciada, livre, fraterna, solidária, igualitária e sem dogmas.
POESIA, PARA TODA A ETERNIDADE:
Quando deixar de sonhar, ficar quieto,
Sem mais réstia de espírito criador,
Quedar-me no infinito do espaço, no tempo...
Quando não mais respirar um sopro de vida.
Quando fisicamente morrer por fim.
Quando o meu corpo, hirto, frio, inerte,
Consumido pelo fogo da pira, então purificado;
Transformar-se em pó, cinza lançada no Mar,
Pousada, diluída, na areia branca do fundo.
No imenso, belo, mundo azul do silêncio.
Aí sim, quero sonhar de novo, eternamente...

José Douradinha
"...Meu estro vai parar desfeito em vento..."  

"Quem venceu o medo da morte venceu todos os outros medos."
(Mahatma Gandhi)