SEM GRILHETAS NEM SENSURA

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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

sábado, 8 de maio de 2010

CHARLES DE GAULLE



Charles André Marie Joseph De Gaulle nasceu em Lille, França, no dia 22 de Novembro de 1890, tendo estudado no colégio dos jesuítas da Imaculada Conceição, em Paris. O mais jovem general francês, duas vezes eleito presidente da República e símbolo da Resistência francesa aquando da ocupação da França pela Alemanha. Aos 49 anos de idade foi promovido a general e em 1947 fundou o Movimento "Rassemblement Français". Senhor de uma inteligência e personalidade raras, apenas com 16 anos de idade, escreveu um texto singular, onde imaginava uma invasão dos alemães, antecipando-se 35 anos à tentação totalitária assumida por Adolfo Hitler. 
Em cerca de 20 páginas, De Gaulle, que se imaginava com as estrelas de general, salva a cidade de Nancy, marcha sobre Estrasburgo e aproxima-se de Metz. Quando o terror nazi percorre a Europa e o exército alemão invade a França, De Gaulle torna-se o símbolo da Resistência, tendo-se refugiado em Londres, de onde, através de uma rádio captada em França, incitava os seus conterrâneos, para que não se deixarem abater. Tal discurso animava os franceses, que criaram uma Resistência que acabaria por sabotar a ocupação alemã.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, De Gaulle é considerado um herói e símbolo da Resistência.
Nas eleições de 2 de Dezembro de 1958 é eleito presidente da República, façanha que repete sete anos mais tarde.
Quase ao completar os 80 anos de idade, morreu no dia 9 de Novembro de 1970
.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Excalibur a ESPADA


Quando Uther morreu, sem deixar herdeiros, os reis da Britânia reuniram-se para escolher, entre eles, um novo Supremo Monarca… Merlin, que havia sido seu fiel conselheiro, recolhe a espada de Uther, pois crê-se responsável por encontrar um sucessor digno de manter a unidade de todos os reinos da Britânia, para continuar a empunhar a espada que os proteja.
Começa o Conselho dos Reis mas estes não se põem de acordo, reúnem-se dia após dia sem êxito, pelo que Merlin conclui que nenhum deles será capaz de deixar de lado o orgulho, a arrogância e a ambição; nem que possuem a humildade suficiente nem sede de justiça para levar a cabo tarefa tão importante.
É então que Merlin, armando-se, decide abandonar o Conselho com a espada na mão, mas antes e sem hesitar eleva-a sobre a cabeça e empunhando-a lança-a violentamente para baixo contra uma sólida rocha, tentando quebrá-la mas a espada não se parte e fica erguida enterrada na rocha até quase à empunhadura.
Alguns afirmam que apareceu uma mão que agarrou a espada e a guiou até ao interior da rocha, outros dizem que um raio de luz os cegou e que ao voltarem a ver, a espada já estava cravada. Seja como for, depois de um forte estrondo e da rocha penetrada que queimou o ar, Merlin exclamou:
" Pediram um sinal ?! ... Pois bem, aquele que tirar a espada da rocha será o autêntico Rei de Inglaterra". Dito isto Merlim retirou-se e voltou cavalgar em busca de Artur. 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

GAIUS CAESAR GERMANICUS – CALÍGULA


Gaius Caesar Germanicus, conhecido por Calígula, nasceu a 31 de Agosto, 12, d.C.  e faleceu a 24 de Janeiro, 41, d..C. Foi o terceiro Imperador romano, reinante entre 37 e 41. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante e por vezes cruel. Foi assassinado pela guarda pretoriana em 41, aos 29 anos. A sua alcunha Calígula (que significa botinhas em português) foi posta pelos soldados das legiões comandadas pelo pai, que achavam graça vê-lo mascarado de legionário, com pequenas “caligae” (sandálias militares) nos pés.
Calígula era o filho mais novo de Germânico e Agripina, sendo bisneto de César Augusto e sobrinho-neto de Tibério. Cresceu com uma numerosa família (tinha dois irmãos e três irmãs) nos acampamentos militares da Germânia Inferior, onde o pai comandava o exército imperial.
Depois da ascensão de Tibério ao trono imperial, a sua família foi alvo de perseguições, por ser considerada perigosa pelo imperador paranóico com a hipótese de conspirações. O seu pai morreu em circunstâncias estranhas, talvez assassinado por Tibério. Mais tarde a mãe e os dois irmãos mais velhos foram exilados e assassinados por ordem imperial. Calígula fica então sozinho com as irmãs (com quem se dizia mantinha relações incestuosas) e foi viver com a bisavó Livia Drusa. Durante a sua adolescência, assistiu às perseguições e terror, impostas por Sejanus, o prefeito da guarda pretoriana que controlava Roma na ausência de Tibério em Capri.
Calígula escapou no entanto aos assassinatos e entrou no favor de Tibério. Quando o imperador morreu em 37, o testamento designava-o como herdeiro, em conjunto com Tibério Gemelo, neto do falecido Tibério. Calígula era já um homem ambicioso e não perdeu tempo. Dois dias depois, a 18 de Março, faz com que o senado romano anulasse o testamento e proclamou-se imperador sem parceiros, mandando assassinar Gemelo pouco tempo depois.
Os primeiros meses de reinado foram promissores. Calígula concedeu prémios à guarda pretoriana, mandou encerrar todos os casos de traição iniciados por Tibério, pôs fim às proscrições e chamou de regresso muitos exilados. No entanto, pouco tempo depois, Calígula adoeceu com uma febre cerebral, segundo Suetónio e Cássio Dio, e esteve às portas da morte. Quando recuperou, o comportamento do imperador mudou radicalmente. Estudos modernos sugerem que tenha sofrido de depressão nervosa ou alguma forma de encefalite, para justificar a mudança. Ou talvez a sua personalidade fosse apenas o produto de uma infância e adolescência em ambiente instável. De qualquer forma, Calígula era extremamente ignorante e mal preparado para governar. O terror das perseguições voltou ao mesmo tempo que o imperador tomava atitudes no mínimo excêntricas que incluíram nomear o seu cavalo de corrida, Incitatus, senador e mandar esculpir a sua cabeça em todas as estátuas de deuses de Roma, intitulando-se a si mesmo como um Deus.
Pouco a pouco tornou-se impopular e, no princípio de 41, foi assassinado por um tribuno da sua guarda pessoal com quem costumava ter relações homossexuais, Cassius Chaerea, que matou também a sua mulher Milonia Caesonia e a filha bebé Júlia Drusilla.
A sua memória foi apagada pelo Senado, que ordenou a destruição de tudo o que pudesse recordar Calígula.

AS PARCAS

Em Roma, as Parcas (Moiras gregas) eram três deusas: Nona (Cloto); Décima (Láquesis) e Morta (Átropos). Determinavam o curso da vida humana, decidindo questões como vida e a morte, de maneira que nem Júpiter (Zeus) podia contestar as suas decisões. Nona tecia o fio da vida; Décima cuidava da sua extensão e caminho; Morta cortava o fio. Eram também designadas por fates, daí o termo fatalidade. Interessante notar que em Roma se tinha a estrutura do calendário solar para os anos e lunar para os actuais meses. A gravidez humana é de nove luas, não de nove meses; portanto Nona tece o fio da vida no útero materno, até à nona lua; Décima representa o nascimento efectivo, o corte do cordão umbilical, o início da vida terrena, o individuo definido, a décima lua. Morta é a outra extremidade, o fim da vida terrena, que pode ocorrer a qualquer momento.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

QUE FUTURO?











E se o homem tivesse saltado da antiguidade clássica sem passar pelos milénios do obscurantismo inquisitorial da idade média?
Pelo certo já teríamos ido bem mais longe.
- Não! Tanto assim…dirão alguns que também é necessário conhecer o "mau" para avaliar o "bom". Assumidamente não concordo, infelizmente as gerações facilmente esquecem o passado.  
O mundo já viveu democracias, repúblicas, socialismos, comunismos, fascismos e outras ditaduras, (istas e ismos) umas abertamente violentas e outras, por cá andantes, disfarçadas, como lobos em pele de cordeiro ou urubus com aspecto de pombas e, por aí, grassam em “demokracía” cantada, “manipolazione delle mace”.
Nunca se viveu, nunca se conseguiu construir uma sociedade anárquica. É tabu, é proibido pensar; dizem que é utópico; que é de loucos, impossível de …etc. etc. etc… porque, alegam, onde houver duas cabeças pensantes há conflito. Claro que pode e deve haver conflito mas não é forçoso que haja agressão, violência e é isso que tem sido, “per secula seculorum” a cultura predominante.
Simplesmente exemplificando:
Suponhamos uma casa, onde vive um casal com filhos, avós, primos tios etc., (toda a família vivente) e todos se entreajudam mas, sem “matriacaria”, "paterfamilias" gurus, nem "presidenti
mandantes, “senza elezioni o commedia dell'arte”.
Concordantes vivem comummente, ouvintes e conversantes, sobrevivem educadamente, com respeito mútuo e sem atropelos… sem choques “da juventude” e outros mais; que estes, como (todos os outros) seus vizinhos, sem grades, nem muros, nem fronteiras, viveriam da mesma forma, “con amore, amicizia, passione, ecc”.
É utopia? Ou seria a forma mais libertadora deste nosso primitivismo marcadamente macacóide?!...
Existem várias teorias filosóficas anárquicas mas, a anarquia em si não tem que ser imposta, regulada, apenas assumida, porque sendo deixa se o ser. Seria uma anarquia sem projecto vinculativo, alicerçado na auto-educação, esclarecimento e verdade.
Imaginemos uma sociedade, livre de preconceitos, dogmas, e sem guerras, exércitos, polícias, fiscais, tribunais e outras coisas mais "…" nefastas que a nossa sociedade consome e digere avidamente. Dá que pensar, ou não…!?
Vai ser preciso a manipulação genética, a nano ciência, a engenharia biónica, "manipolazione del genoma umano" as células artificiais e tudo misturado na futura robótica, para modificar a humanidade!? Interessante…! Mas o futuro vai ser esse.
J.M.B.D.,"in opinioni contrastanti".





NOTA: Sobre a anarquia e outras opiniões que manifesto. Como disse a minha ex-professora de filosofia: «Ele quis nos dar a cicuta a beber mas só a bebe quem quiser»; mais disse também: «A cultura e a sabedoria são um pau de dois bicos, para alguns interessa para publicitar mas não para suportar». 





















Quem construiu Stonehenge?



A questão de quem construiu Stonehenge tem sido largamente debatida, ainda hoje sem resposta. Monumento megalítico cuja construção tem sido atribuída a muitos povos antigos ao longo dos anos, mas a teoria mais cativante, de atribuição persistente, tem sido aos Druidas. Esta ligação errada foi feita em torno de três séculos, pelo antiquário, John Aubrey . 
Júlio César e outros escritores romanos falam de um sacerdócio celta que floresceu na época da sua primeira conquista (55 aC). 
Os druidas adoravam os seus Deuses em templos da floresta e não tinha necessidade de estruturas de pedra.

A melhor suposição parece ser que a construção de Stonehenge tenha sido iniciada por um povo do período neolítico (cerca de 3000 aC) cujas pedras foram transportadas por pessoas de uma nova economia que surgia nessa época.  Estes "novos povos", chamados Beaker Folk, devido à sua utilização de taças de cerâmica, começaram a usar instrumentos de metal e a viver de uma forma mais evoluída do que os seus antepassados.  Alguns pensam que eles podem ter sido os imigrantes do continente, mas essa a afirmação não é apoiada por evidências arqueológicas.

Reza a lenda:
A lenda do Rei Arthur fornece uma outra história na construção de Stonehenge. A história é narrada pelo escritor do século XII, Geoffrey de Monmouth, na sua História dos Reis da Grã-Bretanha; que Merlin trouxe as pedras para a Planície de Salisbury, da Irlanda.
Algures no século V, houve um massacre de 300 nobres britânicos pelo traiçoeiro líder saxão Hengest e que o rei alto, Aurélio Ambrósio, quis criar um memorial apropriado para os homens mortos.  Merlin sugeriu uma expedição à Irlanda com a finalidade de transplantar o círculo de pedra para a Grã-Bretanha. De acordo com Geoffrey de Monmouth, as pedras de “Giant's Ring”, foram originalmente trazidas de África para a Irlanda por gigantes (gigantes... e quem mais poderia fazer esse trabalho?). As pedras foram localizadas no "Monte Killaraus" e foram usadas como local para realizar rituais e para a cura de doenças. Liderada pelo rei Uther e Merlin, a expedição chegou ao local, na Irlanda. Os bretões, nenhuns dos quais era gigante, aparentemente, não tiveram êxito nas suas tentativas de mover as grandes pedras. Merlin percebeu que só a sua arte mágica tornaria o empreendimento realizável...!