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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

sábado, 24 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A ILUSÃO E O EFEITO SOLAR

CALIPSO E ULISSES





Calipso na mitologia grega é uma ninfa do mar.

Segundo alguns autores seria filha de Oceano e de Tétis, vivia numa gruta, na encosta de uma montanha na ilha de Ogígia. A entrada da sua morada era cercada por um bosque sagrado, onde havia uma fonte, também sagrada. Para outros, seria filha de Atlas e Plêione, ou mesmo ainda de Hélios e Perse.

Sendo uma das deusas fiandeiras, era um poderosa feiticeira e trazia em si o poder da vida e da morte.

No texto da Odisseia, quando Ulisses (Odisseu) naufragou na costa ilha de Ogígia, a ninfa Calipso acolheu-o na sua morada e apaixonou-se por ele; ela passava os dias a tecer e a fiar, e neste tempo insistia em seduzi-lo, oferecendo-lhe a imortalidade se aceitasse ficar com ela para sempre.

Ulisses resistia, sem conseguir esquecer a sua pátria, a sua esposa Penélope e o seu filho.

Passados sete anos, Poseidon, Deus do mar acalmou a sua ira, por Ulisses ter cegado Ciclope. O todo-poderoso Zeus, compadecido, concedeu que Atena que mandasse Hermes à presença de Calipso com ordem para que ela libertasse Ulisses, o seu "hóspede".

Contra a sua vontade, Calipso sujeitou-se e forneceu a Ulisses todos os recursos para que ele construísse uma jangada, deu-lhe provisões e assegurou-lhe vento favorável para o caminho de regresso ao seu reino de Ítaca.

http://www.mundodosfilosofos.com.br/ulisses.htm

quarta-feira, 21 de abril de 2010

AS CARAVELAS


A construção das caravelas eram executadas à beira do Tejo, na Ribeira das Naus, junto ao Palácio Real, onde trabalhavam os mestres de carpinteiro, os quais não se serviam de planos, nem de desenhos técnicos, motivo por que são ainda, em grande parte, desconhecidas as técnicas de construção naval daquele tempo.

Porém com as suas experiências, “...saber de experiência feito...” sabiam exactamente as medidas mais equilibradas e como deviam proceder na construção, para que o navio funcionasse com perfeição. Eles dirigiam grupos de trabalhadores que eram compostos por aprendizes, carpinteiros e calafetes, competindo a estes a aplicação da estopa e do betume entre as tábuas, para a sua impermeabilização. Os ferreiros e fundidores que fabricavam as peças e os objectos de metal; os veleiros que manufacturavam as velas; os cordoeiros que fabricavam os cabos e cordas e os tanoeiros que cuidavam da construção das pipas para o transporte da água, dos vinhos, dos alimentos e grande parte da carga. O material empregue na construção das caravelas eram os seguintes: Para o casco, eram utilizadas as madeiras de pinho, carvalho, castanheiro e sobreiro; para a calafetagem do casco era empregue a estopa, breu, pez, resina e alcatrão; para os mastros eram empregues as madeiras de pinho não resinado, chamada “riga”, do norte da Europa; as velas eram confeccionadas em linho ou lona, as cordoarias eram feitas com esparto ou linho e nas peças fundidas eram empregues os metais como o ferro, aço, chumbo, bronze, estanho, cobre e latão.

A caravela tinha um casco estreito e fundo, motivo por que era dotada de uma grande estabilidade em mar aberto; por baixo do convés havia um espaço que servia para transportar os mantimentos. No castelo de popa, era onde se situavam os aposentos do capitão e do escrivão. Porém a grande novidade deste navio foi a utilização das velas triangulares ou latinas que em mar aberto, permitiam que a caravela, ou qualquer navio do nosso tempo, avançasse “à bolina cerrada” em ziguezague a 35º contra o vento. As caravelas não possuíam os mesmos tamanhos; as pequenas levavam entre vinte e cinco a trinta homens e as maiores chegavam a levar a bordo cerca de cem homens. Geralmente a tripulação era formada por marinheiros muitos jovens, os capitães podiam ser rapazes entre os vinte e trinta anos de idade; eles eram “o chefe máximo” que comandavam e tinham a competência e a responsabilidade de organizar a vida a bordo e tomar todas as decisões incontestadas, necessárias durante as viagens; o escrivão tinha a competência de registar por escrito o rol da carga e outras ocorrências de maior importância.

http://cvc.instituto-camoes.pt/navegaport/c06.html

COMPANHIA DAS ÍNDIAS:

Os descobrimentos e a descoberta de novas plantas:

domingo, 18 de abril de 2010

PORTUGAL E AS GUERRAS COLONIAIS NO ULTRAMAR

Depois da segunda Guerra Mundial, o despertar do continente africano e a generalização dos movimentos de independência exerceram o seu impacto também nas colónias portuguesas. Tanto em África como na Metrópole surgiram vários grupos, mais ou menos clandestinos, de unidade africana. Na década de Cinquenta, alguns estudantes negros e mulatos das universidades de Lisboa gritaram aos poucos um plano de independência num enquadramento africano. Perseguidos pela polícia, tiveram de saír de Portugal e de buscar refúgio no exílio.

O seu movimento era sobretudo intelectual, e escassos os contactos com as populações indígenas. Mergulhada numa vida tribal, primitiva, a esmagadora maioria dos africanos não tinha condições para reagir a activistas intelectuais nem podia compreender os seus objectivos. Mau grado as expressões enfáticas dos defensores da independência, havia pouca consciência nacional em torno de conceitos como Angola ou Moçambique, criações artificiais de finais do século XIX.

Os povos da África portuguesa, divididos por diferenciações tribais e linguísticas, dificilmente poderiam ir além dos seus horizontes agrícola e pecuários de cunho local. Uma maneira possível de promover rebeliões entre eles seria fomentar ódios étnicos (de negro contra branco) ou explorar descontentamentos contra violências físicas por parte dos colonos. Outra possibilidade mais remota estava na junção de forças com os movimentos anti-salazaristas, no fito de desencadear uma revolução geral contra o colonialismo.

Esta hipótese parece ter sido aceite por alguns grupos oposicionistas portugueses - sobretudo entre os exilados - embora se pergunte até que ponto esses grupos aceitariam a aliança para além de uma mera estratégia política que derrubasse o Estado Novo.

Os movimentos em S. Tomé começaram depois dos massacres de Batepá, em que exército e colonos mataram centenas de nativos.

Na Guiné em 1959 depois das reivindicações salariais de marinheiros e estivadores em Bissau, reprimidas pela polícia de que resultaram mortos e feridos.

Em Angola. Em Fevereiro de 1961 algumas centenas de filiados no M.P.L.A., passavam ao ataque armado de prisões, quartéis e a estação emissora de Luanda. Em Março de 1961, tribos do norte de Angola com o auxílio ou instigação de congoleses, massacrando selvaticamente centenas de colonos e suas famílias.

Toda esta situação levou à repressão violenta por parte das autoridades e dos próprios colonos, apoiados por elas, aliás com o auxílio de não poucos indígenas.

Difundiram-se amplamente relatórios das atrocidades que se diziam cometidas pelos Portugueses. O caso português atraiu a atenção mundial.

Contudo, os insurgentes, como as nações estrangeiras em geral e outros e muitos dentro do País, subestimaram a tenacidade do Governo e a capacidade da própria Nação em tentar resolver o problema por via militar e também por outros meios

Mau grado um acordo táctico entre o MPLA e a FNLA em 1972, é possível dizer-se que Angola se achava próximo de pacificação total por ocasião do 25 de Abril e que Portugal dominava praticamente todo o território da colónia.

Em Moçambique, um incidente catalisador, o chamado massacre de Mueda em 1960, que foi uma repressão contra os que protestavam contra as cooperativas que o governo colonial procurava impor. Essa repressão foi violenta, e segundo fontes dificilmente controláveis, teria causado centenas de mortos entre os trabalhadores contestatários.

Em 1974, perto de 80.000 soldados portugueses brancos actuavam nos três territórios. Além deles, havia que contar com, pelo menos, outros tantos soldados negros. Eram no entanto, raras as confrontações abertas, e a maioria dos militares regressava à Pátria sem nunca ter visto nem ouvido o inimigo. O resultado traduzia-se no seu número relativamente pequeno de baixas de morte, avultando, em contrapartida, as baixas por desastre e os feridos.

No golfo da Guiné, as formas armadas da recém-criada República do Dahomey, expulsaram os poucos residentes portugueses da fortaleza de S. João Baptista de Ajudá, depois do gesto romântico do seu comandante, que deitou fogo ao edifício antes de se render ( 1961 ).

Na Índia, em 1954, os dois pequenos enclaves de Dadrá e Nagar-Avely foram permanentemente ocupados pelos indianos. Em Dezembro de 1961, tropas indianas invadiram Goa, Damão e Diu. Completamente submergidos por forças várias vezes superiores às suas, os Portugueses ofereceram apenas uma resistência simbólica, acabando o governador Vassalo e Silva ( depois condenado e banido do exército , em Lisboa ) por ordenar uma rendição geral.

Em Macau, a oposição entre a ideologia oficial portuguesa e a ideologia marxista chinesa levou à intervenção da China e à sua quase ocupação da cidade. Na década de sessenta, a propaganda maoísta inundou a pequena colónia.

Quando as autoridades procuraram resistir e obstar ao facto, a China fomentou um levantamento popular (1966), que obrigou o governo local e o governo de Lisboa a submeterem-se a todas as exigências chinesas.

Macau passou a ser, em grande parte, controlada pela China e foi definitivamente entregue em 20 de Dezembro de 1999 à República Popular da China.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa

OS OSTROGODOS

O reino ostrogodo, que se estendia do mar Negro até ao Báltico, alcançou o apogeu com Ermanarico. Porém, por volta do ano 370 foram dominados pelos Hunos.

Em 455, o império huno entrou em colapso com a morte do seu líder «Atila, O Huno».

Os ostrogodos invadiram o Danúbio central e seguiram para a Itália, onde o imperador Rómulo Augústulo (Flavius Romulus Augustus) havia sido derrotado (476) por Odoacro, chefe dos Hérulos. O rei ostrogodo Teodorico I , O Grande, derrotou Odoacro (493) e governou a Itália até à sua morte em 526.

Teodorico foi um governante hábil, homem culto, educado na corte de Constantinopla, que soube conservar o equilíbrio entre as instituições imperiais e as tradições bárbaras. Conseguiu a simpatia da aristocracia romana e do povo, que assistia satisfeito à realização de obras públicas para a reconstrução e modernização de Roma. Ao que parece, Teodorico alimentava o projecto de fundar um império godo que impusesse o seu domínio sobre o resto do mundo bárbaro. Para isso, manteve contacto com outras tribos godas e estabeleceu vínculos familiares com os francos, os vândalos e os Burgúndios. A sua morte criou um intrincado problema de sucessão, facto de que se valeu o imperador bizantino Justiniano para intervir na Itália.

O exército romano oriental, sob o comando de Belisário, derrotou completamente os ostrogodos, dirigidos por seu novo rei Totila, cujo nome original era Baduila. Os sobreviventes dispersaram-se ou foram reduzidos à escravidão.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Totila

http://pt.wikipedia.org/wiki/Reis_bárbaros_de_Roma