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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

quarta-feira, 14 de julho de 2010

BUSHIDO E AS VIRTUDES DO CAVALEIRO OCIDENTAL DA IDADE MÉDIA

O Bushido é, resumidamente, o Código de Honra, Conduta e Ética do Guerreiro Medieval Oriental.
Apesar de esquecido, porque esquecidos estão nos nossos dias, tudo o que se refere à Honra, à Honestidade e aos Bons Costumes; o Código de Conduta é válido e aplicável até à actualidade e são cultivados e perpetuados nos Dojos de Artes Marciais, cujo Mestre se dedicou efectivamente a absorver esses antigos ensinamentos, além das técnicas de luta.
Esse código (não escrito) foi trazido ao Ocidente, pelos imigrantes japoneses, chineses, coreanos, tailandeses, etc., que a princípio o ensinavam apenas aos seus descendentes; mas que, aos poucos, foram sendo assimilados por uma pequena parcela da população do "Novo Mundo", até serem praticados por uma grande parte da população. O ensino do Judo ou do Karaté, já é matéria nas escolas de primeiro e segundo graus e matéria optativa em vários cursos superiores de educação física e é apenas uma questão de tempo, para que as Artes Marciais provenientes da Coreia, Vietname, Tailândia, China, etc., também integrem esse quadro de modalidades.
O Bushido, muito se parece com o Código de Conduta do Cavaleiro Europeu da Idade Média. Podemos observar que, foram elaborados ao longo dos séculos, em lugares diferentes, por populações, que na época não possuíam intercâmbio cultural (França, Inglaterra - Japão ou China), mas que buscam os mesmos valores de engrandecimento do espírito do Ser Humano; auxiliando-o na sua evolução moral e autodomínio.
Lembremos então o seguinte: uma Arte Marcial, verdadeira, está composta basicamente de duas fases ou partes: O Espírito e o Corpo. O Corpo será treinado pelas técnicas, exercícios físicos, alimentação adequada, etc. e o Espírito, pelo Bushido.
O ideal e as virtudes do cavaleiro da Idade Média:
     A cavalaria não impunha apenas uma maneira de viver, mas também uma ética. Embora haja provas históricas inegáveis do compromisso moral assumido pelo jovem guerreiro no dia da sua ordenação, forçoso é reconhecer que a existência de um verdadeiro código de cavalaria é atestada apenas pela literatura. Sabemos a distância que pode haver, no século XII, entre os modelos literários e a realidade quotidiana. De resto, os preceitos desse código diferem de uma obra à outra, e o seu espírito modifica-se sensivelmente ao longo do século.
De uma maneira geral, o código de cavalaria pode ser resumido em três princípios: Honra, fidelidade à palavra dada e lealdade perante todos; generosidade, protecção e assistência aos que delas precisam; obediência à Igreja, defesa dos seus ministros e dos seus bens.
Embora, na actualidade, os sentimentos de ética não sejam exclusivamente originários das religiões, são o fulcro duma sociedade cuja educação deveria ser um princípio “causa efeito” e não uma ausência total dos sentimentos criacionistas cuja filosofia devia ser o embrião da sociedade do futuro.
Sapere che qualcuno, da qualche parte, dove ci si sente capito, nonostante le distanze, ha espresso pensieri e comportamenti nel tempo, costruire la storia dell'umanità.
JMBD, in immortalità.

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