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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

quinta-feira, 4 de março de 2010

O TANGO UMA COREOGRAFIA SIMBÓLICA


O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março tem origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos. A data foi adoptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo. Actualmente luta-se para que as mulheres tenham os mesmos direitos sociais, políticos e religiosos. O isolamento dos países que não respeitam esses princípios (esse direito fundamental da igualdade) é cada vez maior.

Estabelece-se agora a diferença entre sexo e género, em especial nos países ocidentais onde a reafirmação da mulher começa a ser uma realidade.

O Século XX passou, aquela figura da mulher que trabalhava, cumpria o seu horário e quando regressava lidava na casa e tomava conta dos filhos, está a esbater-se. As mentalidades mudaram…

Recordemos um símbolo da subjugação da mulher:

O tango era dançado nos bares, nos cafés e em locais de prostituição. Recorde-se que no final do século XIX, dançar era socialmente errado. A Sua origem encontra-se na área do Rio da Prata, na América do Sul, nas cidades de Buenos Aires e Montevideu.

A coreografia é complexa e as habilidades dos bailarinos são celebradas pelos aficionados. Segundo Discépolo, "o tango é um pensamento triste que se pode dançar".

Por volta de 1880, na periferia de Buenos Aires, em casas de jogo e bares, homens sós gastavam o tempo bebendo, jogando e procurando um romance, na companhia de mulheres de baixa reputação, e dançando as novas danças … o Tango e a Milonga.

O Tango mistura o drama, a paixão, a sexualidade, a agressividade, é sempre e totalmente triste. Como dança é "duro", masculino, sem meneios femininos, a mulher é sempre submissa; nas letras é quase sempre o homem quem sofre por amor, mas a culpa é sempre da mulher.

Agora temos uma dança em que há um abraço, corpo com corpo, pés que invadem o espaço do outro, uma conversa de amor e paixão, com ganchos e olhares de “flirt”, e carícias… mas na coreografia o simbolismo ficou e perdurará para sempre.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher

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