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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

terça-feira, 26 de abril de 2011

HIBERNIA



Gneu Júlio Agrícola, em latim Gnaeus Iulius Agrícola, nasceu a 13 de Julho de 40 (dC.) e faleceu a 23 de Agosto de 93. Foi um general romano, responsável por boa parte da conquista da Grã-Bretanha. A sua biografia, a “De vita et moribus Iulii Agricolae”, foi o primeiro trabalho publicado pelo seu genro, o historiador Tácito, que é a fonte para quase tudo o que se sabe a seu respeito.
Bem, ao contrário da Inglaterra, a Irlanda tinha muito pouco a oferecer aos romanos. Quando o general romano Agrícola foi à Grã-Bretanha, de acordo com Tácito, ele olhou para o oeste da ilha "Hibernia" significa literalmente "terra do inverno". Diz-se também que o nome pode ser uma latinização de Ivernii, uma das tribos celtas que habitavam a Irlanda no tempo dos romanos.


Agrícola afirmou que a “Hibernia” poderia ser conquistada com apenas uma legião e um grupo de auxiliares;  não porque Roma não a pudesse tomar de uma só vez mas que não valeria o esforça para tão pouca recompensa.
A Hibérnia nunca foi incorporada formalmente ao Império Romano.
A crença popular é que os romanos nem invadiram nem influíram de modo notável na Irlanda, embora se saiba de expedições de tribos irlandesas que chegaram às províncias romanas da Britânia  (Grã-Bretanha) e Gália  (França).
Os testemunhos escritos são escassos, ainda que sugestivos. Não foram encontrados vestígios de estradas romanas, nem provas de alguma invasão. Ainda assim, no sudeste da Irlanda existem cemitérios em estilo romano e grandes quantidades de ruínas romanas.


Júlio César "invadiu" a Grã-Bretanha. Todavia o seu exército teria permanecido ali somente cerca de dois anos e fracassou o seu intuito de incorporar a Hibérnia no Império Romano. A única prova que temos da invasão romana da Hibérnia é o livro de César,  A Guerra das Gálias, escrito em 54 a.C.
Poucos textos do período, juntamente com as evidências arqueológicas, sugerem pouca interacção entre a Britânia romanizada e a Irlanda; sem uma nova descoberta arqueológica ou a aparição de algum texto perdido, os detalhes desta interacção permanecerão sujeitos a controvérsia.


A Muralha de Adriano, em latim: Vallum Aelium é uma fortificação construída em pedra e madeira, situada no norte da Inglaterra, na altura aproximada da actual fronteira com a Escócia e assim denominada em homenagem ao imperador romano Adriano.

Públio Élio Trajano Adriano.

O Império Romano encontrava-se em expansão militar no século II. Porém, o imperador Adriano compreendeu que a manutenção dessa expansão em todas as direcções do Império era inviável. Conhecendo a ameaça naquela fronteira, optou por manter o que já havia sido conquistado. Determinou assim iniciar uma muralha, estrutura defensiva com a função de prevenir as surtidas militares das tribos que habitavam a Escócia - os Pictos e os Escotos, denominados de Caledónios pelos romanos - e que assinalava o limite ocidental dos domínios do Império, sob o reinado daquele imperador.


Concluída em 126, constitui-se na mais extensa estrutura deste tipo construída na história do Império Romano. Originalmente estendia-se por cerca de 80 milhas romanas, equivalentes a 73,5 milhas  (cerca de 118 quilómetros), desde o rio Tyne até ao Oeste da Cúmbria. Para a construção foi usada a mão-de-obra dos próprios soldados das legiões romanas. Cada "centúria" era obrigada a levantar a sua parte da muralha.
A muralha foi erguida sobre a terra, em aparelho maciço de pedra e turfa, com 4,5 metros de altura por 2,5 metros de largura. O seu topo era percorrido por uma estrada de 1 metro de largura, com o fim de facilitar as comunicações e os transportes. A cada distância determinada havia uma torre de observação, e a cada distância maior existiam quartéis para as tropas de guarnição.


As suas ruínas ainda podem ser vistas por vários quilómetros, como o troço na altura de Greenhead, ainda que largas secções tenham sido desmanteladas ao longo dos séculos para aproveitamento da pedra em várias edificações vizinhas no seu percurso, como a da Igreja de Carlisle.


Irlanda em irlandês: Éire; em inglês: Ireland. A Irlanda é uma das Ilhas Britânicas e a terceira maior ilha da Europa, situada no oceano Atlântico, que está politicamente dividida entre a República da Irlanda  (oficialmente denominada Irlanda), um Estado que cobre cinco sextos (cerca de 85%) da ilha, e a Irlanda do Norte, parte do Reino Unido, que configura a sexta parte mais a nordeste da ilha.


A população da ilha é de aproximadamente 6,3 milhões de habitantes; 4,5 milhões na República da Irlanda e 1,8 milhão na Irlanda do Norte.
Éire é o nome em irlandês que se refere tanto à ilha da Irlanda quanto à República da Irlanda. O nome tem origem na deusa Ériu, que teria ajudado os gaélicos, de acordo com a mitologia céltica, a conquistar a Irlanda, e é uma das três rainhas dos Tuatha Dé Danann. O nome Éire aparece em moedas, selos,  postais, passaportes e outros documentos oficiais desde 1937.


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