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PORTAL DE AGOSTINHO DA SILVA

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O FILOSOFO DE PORTUGAL

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

BAAL UM DEUS E UM DEMÓNIO


Baal em hebraico “בַּעַל” é uma palavra semítica que significa Senhor, Lorde, Marido ou Dono “Dom”. Esta palavra em Hebraico é cognada de outra em acádico, Bel, com o mesmo significado. A forma feminina de Baal é Baalath, o masculino plural é Baalin, e Balaoth no feminino plural. Esta palavra não tinha conotação exclusivamente religiosa, podendo ser empregue em relações de pai e filhos, por exemplo, não sendo obrigatória uma separação hierárquica.

A determinada altura na história dos antigos habitantes da zona da Mesopotâmia começou a existir uma confusão relativa à identificação dos deuses. Cada lugar adorava uma mesma divindade, mas com um nome diferente e isto tudo fomentou a dificuldade de hoje se identificar a diferença entre os deuses; o baal introduzido em Israel pelo Rei Acabe foi Baal-Melkart. Haviam outros como Baal-Zebube, o nome Belzebu, usado frequentemente no Novo Testamento para definir o príncipe dos demónios, nada mais é do que uma pronúncia mais fácil do mesmo nome.

Mais tarde Baal deu origem a Beliel o qual vem grandemente referido até no novo testamento. Este personagem teve a sua origem muito anteriormente, como o príncipe do mundo, epíteto que lhe garantia uma superioridade em relação aos outros componentes da divindade desta época. Este Deus era conhecido também por Enki - O Senhor da Terra.
Enlil era o Deus sumério do ar, senhor das tempestades, dos ventos, do raio e do travão e outras manifestações naturais ligadas à atmosfera; acima de tudo, era considerado o conector entre o Céu e a Terra e, ao mesmo tempo, o responsável pelo seu distanciamento.

Na Bíblia faz-se referência a Baal que poderia ser um epíteto de Hadad ou Adad que era uma divindade cananeia e suméria. Um deus da fertilidade.
Este Deus Adad dos sumérios viria a ser o Deus Sin dos acádios mais tarde, pai da bíblica Astarte dos filisteus e do seu irmão Camos ou Camoesh. Ambos também fizeram parte da mitologia Suméria e Acádia, como Ishtar e Shamash.

Segundo Zecharia Sitchin, -autoridade na escrita cuneiforme- Baal, Deus dos cananeus, era Shamash na Suméria, filho de Nannar-Sin, Deus de Ur, que em Canaã era El.
Em Canaã, os Hebreus viram no Deus Baal uma ameaça especial. No Livro dos Juízes da Bíblia Hebraica, o hebreu Gideão destrói os altares de Baal e a árvore sagrada pertencente aos Madianitas.
Mais tarde, o profeta Elias, no século IX a.C., condenou o Rei Acabe por adorar Baal.
Rei Acabe

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