SEM GRILHETAS NEM SENSURA
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sábado, 29 de maio de 2010
SÉNECA O ESTÓICO E O PRAZER DA VIDA
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O PRINCIPADO DO MÓNACO
Marie Antoinette
sábado, 8 de maio de 2010
CHARLES DE GAULLE
Terminada a Segunda Guerra Mundial, De Gaulle é considerado um herói e símbolo da Resistência.
Nas eleições de 2 de Dezembro de 1958 é eleito presidente da República, façanha que repete sete anos mais tarde.
Quase ao completar os 80 anos de idade, morreu no dia 9 de Novembro de 1970.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Excalibur a ESPADA
quarta-feira, 5 de maio de 2010
GAIUS CAESAR GERMANICUS – CALÍGULA
AS PARCAS
terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
QUE FUTURO?
Quem construiu Stonehenge?
A melhor suposição parece ser que a construção de Stonehenge tenha sido iniciada por um povo do período neolítico (cerca de 3000 aC) cujas pedras foram transportadas por pessoas de uma nova economia que surgia nessa época. Estes "novos povos", chamados Beaker Folk, devido à sua utilização de taças de cerâmica, começaram a usar instrumentos de metal e a viver de uma forma mais evoluída do que os seus antepassados. Alguns pensam que eles podem ter sido os imigrantes do continente, mas essa a afirmação não é apoiada por evidências arqueológicas.
A lenda do Rei Arthur fornece uma outra história na construção de Stonehenge. A história é narrada pelo escritor do século XII, Geoffrey de Monmouth, na sua História dos Reis da Grã-Bretanha; que Merlin trouxe as pedras para a Planície de Salisbury, da Irlanda.
sábado, 1 de maio de 2010
O ATENTADO A D. JOSÉ E A EXECUÇÃO DOS TÁVORAS

Corria o ano de 1759. Ainda na ressaca do terramoto que destruíra Lisboa quatro anos antes, em ambiente de crise política e económica, D. José I, rei de Portugal foi vítima de um atentado levado a cabo por indivíduos emboscados, numa noite de Setembro, quando regressava ao Campo Real depois de um encontro com a sua amante, a marquesa de Távora, Mariana Teresa de Távora, nora dos marqueses velhos.
Após um primeiro momento de hesitação e perplexidade, o rei encarrega Sebastião José Carvalho e Melo (Marquês de Pombal) de proceder á constituição de um tribunal que descubra, prenda e julgue os responsáveis pelo crime. Foi o pretexto para acabar de vez com a velha nobreza que resistia à euforia iluminista que entretanto se preparava para modificar definitivamente a forma de fazer política na Europa. Trinta anos depois, a Revolução Francesa era a expressão mais radical das novas ideias.
As famílias do duque de Aveiro e do marquês de Távora foram acusadas de crime de lesa-majestade através de um processo espúrio, construído sobre provas cuja intencionalidade política era evidente. O destino foi a morte na maior execução colectiva a que Portugal alguma vez assistiu.
A História não esqueceu.
Se politicamente eram responsáveis pela oposição ao espírito de reforma, judicialmente eram inocentes e o horror do cadafalso para inocentes marcou o nosso destino colectivo. Talvez tivesse sido essa má consciência que fez de Portugal o primeiro reino europeu a abolir a pena de morte.
Ainda hoje, pese embora a reabilitação dos Távoras, essa mancha de ignomínia e tragédia está presente na memória dos homens.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
AMAR, AMAR PERDIDAMENTE!
AMAR
Quantas vezes amar na vida?
Impossível dizer.
Amar é um verbo tão perfeito
Que não nos cansamos de conjugar.
Amar significa entrega e retorno
Abandono e reencontro.
Longos silêncios ou frases poéticas
Mãos entrelaçadas, vozes sussurradas.
Lábios nos lábios
Toques, contactos
Amar é tão imenso quando frágil.
É bolha de sabão solta no espaço,
Que algum vento maldoso pode carregar
Amar é sem dúvida alguma, se dar.
É a forma mais completa de se ofertar
E trilhar as mesmas sendas.
É se encantar com as mesmas lendas:
Romeu e Julieta, Paolo e Francesca
Amar é fazer troca de um mesmo sentimento,
Tendo a certeza de que é único,
cada momento
e deve ser vivido sem queixumes ou lamentos
Amar é olhar juntos o amanhecer,
com olhos no horizonte
É esperar que o céu enrubesça no entardecer.
Ao aquecer os corpos amantes
Amar é se encantar com a malícia inocente.
Que envolve a ternura de beijos roubados ou trocados
É compor coroas é desfolhar flores,
Espalhando-as pelo corpo do amado
Amar é cantar a vida, é louvar os sonhos
É descobrir que hoje é mais bonito do que ontem.
Porque agora temos alguém especial ao nosso lado.
Amar é se perder no mundo...a dois.
Theca Angel
20/03/2004
CAMÕES E A TÁGIDE

O Monumento a Camões foi inaugurado em Junho de 1867 e é da autoria do escultor Vítor Bastos. Local: Largo de Camões em Lisboa;
Tágide - escultura de Mestre Lagoa Heenriques, inaugurada em 25 de Abril de 2004. Local: Praça Principal do Montijo.

As Tágides são as ninfas que habitam o rio Tejo, a quem Camões pede inspiração para compor a sua obra de “OS LUSÍADAS”.
"E vós, Tágides minhas, pois criado
Tendes em mim um novo engenho ardente,
Se sempre em verso humilde celebrado
Foi de mim vosso rio alegremente,
Dai-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloquo e corrente,
Porque de vossas águas, Febo ordene
Que não tenham inveja às de Hipocrene."
Luís Vaz de Camões in "Os Lusíadas"
VER VIDEO "CAMÕES" COM ANTÓNIO VILAR:
http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/206603.html
quarta-feira, 28 de abril de 2010
TO BE OR NOT TO BE, THAT IS THE QUESTION

Ser ou não ser eis a questão.
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra um mar de angústias
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão-de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Obrigam-nos a hesitar: é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalho
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar o seu repouso
Com um simples punhal? Quem aguentaria fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão porque o terror de alguma coisa após a morte
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos para outros que desconhecemos?
E assim a reflexão faz de todos nós covardes.
E assim a matiz natural da decisão
Se transforma no doentio pálido do pensamento.
E empreitadas de vigor e coragem,
Reflectidas demais, saem do seu caminho
Perdem o nome de acção.
La ricchezza del mio cuore è infinita come il mare, così profondo il mio amore: più te ne do, più ne ho, perché entrambi sono infiniti.
William Shakespeare
terça-feira, 27 de abril de 2010
LA POÉSIE EN FRANCE

La feuille
De ta tige détachée,
Pauvre feuille desséchée,
Où vas-tu ? - Je n'en sais rien.
L'orage a brisé le chêne
Qui seul était mon soutien.
De son inconstante haleine
Le zéphyr ou l'aquilon
Depuis ce jour me promène
De la forêt à la plaine,
De la montagne au vallon.
Je vais ou le vent me mène,
Sans me plaindre ou m'effrayer :
Je vais où va toute chose,
Où va la feuille de rose
Et la feuille de laurier.
Antoine Vincent ARNAULT (1766-1834)
BADAJOZ

Badajoz (do árabe Batalyaws; em português arcaico Badalhouce), capital da província do mesmo nome, é a maior cidade da Estremadura, na Espanha. Localiza-se no sudoeste do país, junto à fronteira com Portugal. A província tem cerca de 653 mil habitantes e 21657 km2.
A cidade conta com cerca de 133 mil habitantes. Foi fundada em 875 pelos mouros e tornou-se na capital do poderoso reino taifa muçulmano de al-Batalyaws. Passou para a soberania de Castela em 1230. Foi ao longo dos séculos prejudicada pelas lutas entre Portugal e Espanha, tendo sido ocupada pelos portugueses em 1386 e quase completamente destruída num cerco em 1705. É hoje um importante centro económico.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
NAVEGAÇÃO\COMÉRCIO TRIANGULAR

O continente africano tinha como função, no comércio triangular, oferecer trabalhadores escravos para as colónias da América e das Antilhas – onde os barcos negreiros buscavam os portos da Jamaica, Bahamas, Haiti, Saint- Eustatius, Saba, Saint-Martin, Barbuda e Antigua, Guadalupe, Granada, Trinidad & Tobago, Bonaire, Curaçao e Aruba. Daqui seguiam grupos de escravos para as Carolinas e a Virgínia (EUA), enquanto outros tantos eram direccionados para o Norte e Nordeste do Brasil, bem como para o Rio de Janeiro. O escravo era o motor que movia a produção das grandes lavouras de açúcar e tabaco, que se estendiam do Rio de Janeiro até ao Sul dos Estados Unidos, na Virgínia.
Os nativos africanos que negociavam com os europeus tinham um papel muito importante na captura e troca de seus conterrâneos, pois só eles tinham coragem e conhecimento suficiente do território local para se enveredarem pelo interior africano em busca daqueles que se tornariam escravos em terras desconhecidas. Às vezes, os próprios colonos deslocavam-se até ao continente africano, negociando directamente com os negreiros, dispensando o intermediário comerciante europeu.
Sem os negros escravizados a economia da Europa não teria sido tão beneficiada por esta rede “comercial triangular”. Na verdade, estas transacções favoreciam, além das metrópoles, tanto os responsáveis por esta triangulação na África, quanto o mecanismo produtor das colónias americanas. Os escravos eram utilizados pelas potências colonizadoras europeias como moeda de troca, através da qual elas importavam os produtos produzidos nas suas colónias na América e nas Antilhas, completando-se assim os vértices do comércio triangular, não necessitando recorrer aos metais preciosos que detinha, a base do Mercantilismo.
Resumindo, os produtos manufacturados europeus eram trocados por escravos na África, embarcados para a América e para as Antilhas – nestes trajectos, muitos escravos, submetidos a condições extremas de vida não sobreviviam na viagem.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comércio_Triangular
















